sábado, 10 de agosto de 2019

Estudo mostra que postar castigos aos filhos na internet não traz melhora no comportamento

Uma tendência vista em vários países,

 em que pais postam nas redes sociais castigos ou
 punições aplicados aos filhos por mau comportamento pode ter justamente o efeito contrário. 
É essa a conclusão do Ph.D em psicologia educacional e tecnologia internacional, o norteamericano Brian Edward Kinghorn.
A noção de que a vergonha pública funcionará para que a criança reveja seu comportamento vai contra a pesquisa sobre a eficácia relativa da punição como forma de melhorar o comportamento.
 No Brasil, uma pesquisa mostrou a preocupação com a privacidade e segurança de seus filhos.

O pesquisador ressalta que a paternidade severa,
 comportamento que pode incluir agressão física e psicológica, humilhação e gritos ou ameaças a crianças é particularmente problemático,

 pois pode gerar sentimentos de ressentimento, vingança e rebelião nos pequenos.

As crianças podem esconder comportamentos reprováveis, em vez de realmente mudá-los. 
Sua pesquisa mostrou que a severa disciplina dos pais aumenta o risco de problemas comportamentais.

O constrangimento nas redes sociais não é uma agressão física,
 mas também é considerado um comportamento típico de paternidade severa.
 Entre os efeitos, listados em pesquisa publiada no jornal da Academia Americana de Psiquiatria e Lei concluiu que 
“foi demonstrado empiricamente que sofreu severa humilhação para mergulhar os indivíduos 
em grandes depressões, 
estados suicidas e 
estados severos de ansiedade”.
Embora as redes sociais tenham um vasto material para compartilhar conselhos e aprender, 
há casos de pais que buscam validar suas tácitas de criação sem pensar no efeito que pode causar aos filhos. 

A punição compartilhada também é uma forma de cyberbullying, que pode ser ainda mais prejudicial porque,

 após pulicados, os posts podem ganhar vida própria,

 expondo crianças além do limite de seus conhecidos.

Uma corrente de educadores defende que mostrar aos filhos as consequências naturais de atos errados
 são muito mais eficazes que as punições que formatam comportamentos. 

Se não houver uma consequência natural, vale mostrar a consequência lógica do erro, do ponto de vista da criança e do adulto.
Um vídeo de um pai que obrigou sua fil

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