quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Castigos psicológicos - Vergonha - controla - comportamento . Punição

diminuem autoestima

conformismo superficial

desaprovação de escape

busca de recompensas

evitar - punição

-submissa

-obediente

-não há respeito

-Não têm o direito de se expressar

crianças - mostram a sua dor - agressivamente

sofrer constrangimento - comportamento difícil


crianças - absorvem - tensões - pais / membros das famílias

mau comportamento - tensão

birras emocionais

explosões emocionais

rabujentas

difíceis

cansadas

mau comportamento - estão no limite

adultos - insultos verbais - mesma coisa




Castigos psicológicos - Vergonha - controla - comportamento . Punição

Vergonha - controla - comportamento

pensam - "há algo de errado em mim"

- muito ingénuos

- confundir

obediência - vergonha

comportamento - moralidade



Castigos psicológicos - Vergonha

são

más

não valem nada

são burras

autoestima

são inerentemente más

acreditam que ... porque ouviram isso - repetidamente

ciclo vicioso - humilhações

é má

corresponde à expectativa

Eu sou estúpida, eu sou estúpida - em voz alta

medo - julgamento - pais

aprendeu - a envergonhar a si mesma, do mesmo jeito que - foi envergonhado

outra pessoa - controlar - mais vulnerável que eles

vergonha 

- inibe a expressão de todas as emoções

- excepto - raiva

-paralisar

-inibir

-Emoções

explosões 

-hostilidade

-raiva




Castigos psicológicos - Vergonha

Insultos

Comparações

Desmoralizações

Expectativas

mensagens

vergonha

humilhação

verbais

desdenhar

ignorar

mostrar desgosto

comparar

ridicularizar

apontar falhas

sentimentos

ódio

inferioridade

em relação aos pais

sentimentos negativos sobre si mesma

comentários

diretos

indiretos

sobre o que a criança é

sinta

mal

inferior

ela faça o que queremos


Sempre que há vergonha há um envergonhador

humilhação

machucar - autoestima

fechem relacionamentos

isolem

compensar

atitudes de superioridade

bullying

auto depreciação

perfeccionismo obsessivo

comportamentos

hostis

fúria



castigos verbais

constrangimento

vergonha

rejeições

diminuições

terrorismo

crítica destrutiva

insultos

famílias abusivas




Castigos pricológicos - Vergonha

Educar

Idade média - ritual de baptismo - exorcismo - demónio - corpo da criança

chorasse - pecado

antiga tradição

culpar

rotular - mimada

Vergonha

Humilhação

Ridicularizar

Envergonhar

Constranger

sentir

não tem

valor

poder

amor

controle

sobre o seu meio ambiente


amor

atenção

seus pais

ilusão

envergonhar - crianças


sábado, 10 de agosto de 2019

MOVIMENTO CONTRA O DISCURSO DE ÓDIO

Não responda a nenhuma ameaça ou incitação ao ódio.

Dirija-se aos seus contactos sempre de forma respeitosa, tal como faria num contacto direto;

Não publique informações relacionadas com outros utilizadores;

Modifique o estado dos seus perfis para privados;

Não aceite pedidos de amizade de um perfil com conteúdos inapropriados e/ou que o deixe desconfortável. Aceite apenas pedidos de utilizadores que conhece pessoalmente;

Altere a(s) sua(s) conta(s) de correio eletrónico caso uma situação persista;

Guarde registos de todas as mensagens que recebe;

Não forneça a sua palavra-passe a ninguém;

Não partilhe informação pessoal ou íntima, em especial através dos canais TIC;

Não disponibilize informação privada inadvertidamente;

O que fazer para estar mais seguro?

Envio de malware

-O agressor

-possua conhecimentos suficientes,

-poderá efectuar

-o envio de vírus e

-malware como forma de

-prejudicar a vítima.

Note-se que

-estes vírus poderão ser

-veículos para alcançar

-outros objetivos como

-o roubo de informações pessoais.

Humilhação pública

Grande parte das vezes,

-este fenómeno baseia-se na humilhação pública,

 -recorrendo às redes sociais ou

 -ao envio de mensagens de correio eletrónico em massa para outros utilizadores,

-contendo imagens ou

-outros conteúdos que coloquem em causa

- a reputação da vítima.

Roubo de identidade

Ao obter acesso

-às palavras-passe da vítima,

- o agressor - entra nas várias contas da vítima,

-acedendo ilicitamente - a várias informações sobre a vítima em questão e

-causando vários problemas, como

- o envio de mensagens de conteúdo inapropriado para os contactos da vítima.

 -Através do acesso a estas informações

-é possível ao agressor criar perfis em vários websites,

 -muitas vezes com o objetivo de

-manchar a reputação online da - vítima.

Ameaça e Perseguição

Através do computador e smartphones,

-os agressores enviam sistematicamente

-mensagens ameaçadoras ou

-de ódio aos seus alvos.

Os bullies podem inclusivamente

- adotar nomes ou nicks de outros utilizadores,

-para envolver outras vítimas no processo.

Seguem-se alguns exemplos de cyberbullying:

cyberbullying - agressor


O agressor pode fazê-lo de diferentes formas 
– através de ameaças, 
– denegrir a sua imagem - causando sempre períodos de sofrimento e/ou stress. 

E enquanto que no bullying “tradicional” 

o bully é geralmente o elemento com - maior poder (tamanho, idade, força) 

dentro de um grupo local, 

na Internet, 

-o agressor pode ter os mais variados perfis.

Existem algumas redes sociais/aplicações que foram sinalizadas como propícias ao Cyberbullying 
nomeadamente aplicações que permitem o anonimato 

como é o caso do 

Ask.FM e 

Snapchat.


O que geralmente ocorre é:

-um utilizador anónimo 
-recorrendo a perfis falsos, 
-contas sem informação ou até 
-roubo da identidade de outros utilizadores), 

através das 

-redes sociais, 
-e-mails, 
-SMS,
-serviços de IM, 
-fóruns ou 
-quaisquer outros mecanismos de comunicação, 

-transtornar outro utilizador.

cyberbullying

cyberbullying possa ser ultrapassável,

 alguns casos podem ganhar tais dimensões,

-que deixam  - a vítima  - em estado de - desespero.

Nestas circunstâncias e,

dependendo da sua inteligência emocional,

- uma vítima pode adoptar  - comportamentos de risco,

-encarando

-o suicídio,

-como uma opção de fuga.

Por esta razão, nunca devemos encarar este problema de ânimo leve.

Como todos os tipos de bullying, também este traz um sofrimento atroz e, nas suas formas mais extremas, pode provocar depressão e até suicídio. Posto isto, não publicar nem divulgar informações negativas sobre alguém.



Como todos os tipos de bullying:

-também este traz - um sofrimento atroz e, 

-nas suas formas mais extremas, pode provocar

-depressão 

-suicídio. 

-Não publicar nem divulgar - informações negativas  - sobre alguém.

Nas redes sociais - adicionar só as pessoas que conhece, ao vivo e a cores, - manter o perfil restrito.

Nas redes sociais:

 -  adicionar só as pessoas que conhece, ao vivo e a cores,

 -  manter o perfil restrito.
  • Nas redes sociais, adicionar só as pessoas que conhece, ao vivo e a cores, e manter o perfil restrito.
  • Aquando da primeira situação de cyberbullying falar com os pais ou professores e pedir ajuda.
  • Como todos os tipos de bullying, também este traz um sofrimento atroz e, nas suas formas mais extremas, pode provocar depressão e até suicídio. Posto isto, não publicar nem divulgar informações negativas sobre alguém.

filmar , fotografar , atos intimidade ou poses eróticas - pesadelo - colocar online - toda a informação

Consciencializar que

 o(a) namorado(a) de sonho que pede para

-filmar, 

-fotografar

 -atos de intimidade ou

 -em poses eróticas 

pode transformar-se num 

-pesadelo e 

-e colocar online, por exemplo, toda a informação.
  • Consciencializar que o(a) namorado(a) de sonho que pede para filmar, fotografar atos de intimidade ou em poses eróticas pode transformar-se num pesadelo e colocar online, por exemplo, toda a informação.
  • Nas redes sociais, adicionar só as pessoas que conhece, ao vivo e a cores, e manter o perfil restrito.
  • Aquando da primeira situação de cyberbullying falar com os pais ou professores e pedir ajuda.
  • Como todos os tipos de bullying, também este traz um sofrimento atroz e, nas suas formas mais extremas, pode provocar depressão e até suicídio. Posto isto, não publicar nem divulgar informações negativas sobre alguém.

1 -Não partilhar informação pessoal, -número de telemóvel, -fotos, -escola e/ou -locais que frequenta.




-Não partilhar informação pessoal,

-número de telemóvel,

-fotos, 

-escola e/ou

 -locais que frequenta.

Prevenir

- ridicularizados - humilhados - intimidados.



A memória é o melhor e mais fiel depósito desses momentos,

 com a vantagem de termos acesso a ela a qualquer momento e pelo tempo que quisermos, 
sem corrermos o risco de sermos

-ridicularizados

-humilhados 

-intimidados. 

Cyberbullying



Todos os inventos humanos têm, pelo menos, dois lados: 

-podem ser extremamente úteis e agradáveis ou 

-constituírem um perigo. 


Tudo depende da forma como os usamos.


as relações sociais.

encontrar pessoas perdidas no tempo e no espaço da nossa vida,
 estabelecer e manter contacto com as que merecem o nosso afeto 
mas também 
difamar, 
ridicularizar,
 intimidar, 
maltratar, 
e aí estamos perante uma nova forma de bullying, o cyberbullying.

Fotos em atos de intimidade, a sós ou com outro, ao serem partilhadas com alguém a nível da internet, 
facilmente são partilhadas com toda a comunidade internauta e podem, inclusivamente, tornar-se virais.

 O mesmo acontece com o que se partilha através do telemóvel, do smartphone, ou de qualquer outro aparelho que permita a divulgação de informação escrita, oral ou por imagens.

Para guardarmos os momentos que consideramos plenos de felicidade mas que são íntimos, 
não precisamos de colocá-los em fotos,
 assim como quem nos ama não precisa de fotos ou filmes íntimos para se recordar de nós ou nos amar mais.

Estudo mostra que postar castigos aos filhos na internet não traz melhora no comportamento

Uma tendência vista em vários países,

 em que pais postam nas redes sociais castigos ou
 punições aplicados aos filhos por mau comportamento pode ter justamente o efeito contrário. 
É essa a conclusão do Ph.D em psicologia educacional e tecnologia internacional, o norteamericano Brian Edward Kinghorn.
A noção de que a vergonha pública funcionará para que a criança reveja seu comportamento vai contra a pesquisa sobre a eficácia relativa da punição como forma de melhorar o comportamento.
 No Brasil, uma pesquisa mostrou a preocupação com a privacidade e segurança de seus filhos.

O pesquisador ressalta que a paternidade severa,
 comportamento que pode incluir agressão física e psicológica, humilhação e gritos ou ameaças a crianças é particularmente problemático,

 pois pode gerar sentimentos de ressentimento, vingança e rebelião nos pequenos.

As crianças podem esconder comportamentos reprováveis, em vez de realmente mudá-los. 
Sua pesquisa mostrou que a severa disciplina dos pais aumenta o risco de problemas comportamentais.

O constrangimento nas redes sociais não é uma agressão física,
 mas também é considerado um comportamento típico de paternidade severa.
 Entre os efeitos, listados em pesquisa publiada no jornal da Academia Americana de Psiquiatria e Lei concluiu que 
“foi demonstrado empiricamente que sofreu severa humilhação para mergulhar os indivíduos 
em grandes depressões, 
estados suicidas e 
estados severos de ansiedade”.
Embora as redes sociais tenham um vasto material para compartilhar conselhos e aprender, 
há casos de pais que buscam validar suas tácitas de criação sem pensar no efeito que pode causar aos filhos. 

A punição compartilhada também é uma forma de cyberbullying, que pode ser ainda mais prejudicial porque,

 após pulicados, os posts podem ganhar vida própria,

 expondo crianças além do limite de seus conhecidos.

Uma corrente de educadores defende que mostrar aos filhos as consequências naturais de atos errados
 são muito mais eficazes que as punições que formatam comportamentos. 

Se não houver uma consequência natural, vale mostrar a consequência lógica do erro, do ponto de vista da criança e do adulto.
Um vídeo de um pai que obrigou sua fil